Empresário e biohacker abre vagas limitadas para protocolo anti-envelhecimento com IA 24h, milhões de dados biológicos e terapias de ponta.

O programa Immortals é a mais recente aposta do empresário e biohacker Bryan Johnson no território da longevidade extrema. A proposta é direta: três pessoas poderão pagar US$ 1 milhão para ter acesso integral ao protocolo anti-envelhecimento que ele próprio segue há cinco anos.
Lançado oficialmente nesta semana, o programa Immortals já registrou mais de 1.500 candidaturas nas primeiras 30 horas. A promessa vai além de consultas médicas ou check-ups sofisticados. Trata-se de um ecossistema completo de monitoramento biológico, inteligência artificial e terapias de ponta.
A iniciativa reforça o discurso de Johnson de que estamos entrando na “era dos imortais”. Para ele, prolongar drasticamente a vida humana é uma meta tecnológica concreta.
O que é o programa Immortals e como funciona
O programa Immortals foi desenhado como uma experiência personalizada e altamente controlada. Cada participante terá acesso a uma equipe dedicada, monitoramento contínuo e suporte de inteligência artificial 24 horas por dia.
Entre os recursos prometidos estão milhões de pontos de dados biológicos coletados ao longo do tempo. Isso inclui exames constantes, análise de marcadores metabólicos, acompanhamento dermatológico e protocolos específicos para pele e cabelo.
O modelo combina medicina preditiva, nutrição de precisão, suplementação calculada e terapias consideradas de última geração. O objetivo é reduzir o envelhecimento biológico e otimizar funções vitais.
Segundo o biohacker Bryan Johnson, a intenção é transformar a saúde em um sistema operacional mensurável. Cada decisão passa a ser orientada por dados, e não por percepção subjetiva.

Biohacker Bryan Johnson e a construção de um método
O biohacker Bryan Johnson tornou-se conhecido por investir milhões de dólares por ano em sua própria rotina de saúde. Aos 48 anos, afirma ter reduzido marcadores biológicos associados ao envelhecimento.
O programa Immortals surge como extensão desse experimento pessoal. Em vez de manter o protocolo restrito à própria rotina, Johnson decide abrir acesso a um grupo extremamente seleto.
As entrevistas para escolher os três participantes começam nas próximas semanas. O perfil dos candidatos é diverso: empreendedores, atletas, artistas e figuras públicas.
Mais do que uma consultoria, o programa Immortals é apresentado como um laboratório vivo. Cada participante contribui com dados que podem refinar o sistema ao longo do tempo.
Tecnologia, IA e monitoramento constante
Um dos pilares do projeto é a presença de uma plataforma digital com inteligência artificial própria, chamada BryanAI. Ela funciona como assistente permanente, analisando dados e sugerindo ajustes em tempo real.
No programa Immortals, a tecnologia é a base da experiência. O corpo passa a ser monitorado como um ativo estratégico.
Essa lógica aproxima o projeto de modelos de performance corporativa. O bem-estar deixa de ser conceito abstrato e se transforma em métrica contínua.

O impacto do programa Immortals no mercado da longevidade
O mercado global de longevidade cresce em ritmo acelerado. Clínicas especializadas, suplementos premium e terapias experimentais movimentam bilhões de dólares.
O programa Immortals eleva essa discussão a outro patamar. Ao cobrar US$ 1 milhão por acesso, posiciona a longevidade como um produto de luxo e alta tecnologia.
Ainda assim, Johnson afirma que o plano de longo prazo é escalar o modelo. A meta seria reduzir custos conforme os sistemas amadureçam e se tornem mais eficientes.
O discurso do biohacker Bryan Johnson combina provocação e visão estratégica. Para ele, conquistar a morte pode ser o maior avanço da humanidade.
Longevidade como experiência premium
O programa Immortals também representa uma mudança cultural. A saúde deixa de ser apenas prevenção e se transforma em experiência premium. O modelo conecta ciência, tecnologia e branding pessoal. Johnson constrói uma narrativa em que envelhecer é um problema técnico a ser resolvido.
Se dará certo em escala, ainda é cedo para afirmar. Mas o programa Immortals já reposiciona o debate sobre o futuro da biotecnologia aplicada ao corpo humano. O que está em jogo não é apenas viver mais. É redefinir os limites da biologia por meio de dados, protocolos e inovação contínua.
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O futuro da longevidade após o programa Immortals
Ao lançar o programa Immortals, Bryan Johnson transforma um experimento individual em produto estruturado. A iniciativa inaugura um novo capítulo na interseção entre biohacking, inteligência artificial e medicina de precisão.
Se a proposta se provar eficaz, pode influenciar desde startups de saúde até grandes sistemas hospitalares. O modelo híbrido, que une tecnologia, monitoramento intensivo e experiência personalizada, aponta para um futuro onde viver mais pode ser uma questão de infraestrutura científica.
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