Um guia editorial para escolher a mesa de jantar certa para o seu espaço, entender formatos, materiais e encontrar modelos que unem design, função e convivência.

Escolher mesas de jantar vai além de definir um móvel. Trata-se de decidir onde conversas acontecem, refeições se alongam e encontros ganham significado. Em tempos de casas cada vez mais multifuncionais, a mesa de jantar voltou a ocupar um papel central no morar contemporâneo.
As mesas de jantar também refletem estilo, rotina e proporção. Um modelo bem escolhido melhora a circulação, valoriza o ambiente e facilita a convivência — seja em almoços de domingo ou jantares improvisados durante a semana.
A seguir, reunimos orientações práticas e uma curadoria de mesas de jantar que combinam design, funcionalidade e presença estética, com base em análises editoriais e especialistas em interiores.
Por que a mesa de jantar é o ponto focal da casa
A mesa de jantar é, muitas vezes, o único móvel que reúne todos ao mesmo tempo. Ela organiza o espaço e determina como as pessoas se sentam, circulam e interagem.
Segundo o decorador Cooper Osinski, a escolha começa pelo ambiente:
“Tudo depende do espaço. Em salas grandes, vale apostar em algo escultural. Em ambientes médios, formatos retangulares funcionam bem. Já em espaços pequenos, mesas redondas facilitam a circulação.”
Esse raciocínio ajuda a entender por que mesas de jantar não devem ser escolhidas apenas pelo visual. Proporção e função importam tanto quanto estética.
Como escolher mesas de jantar para cada tipo de espaço
Ambientes pequenos

Mesas redondas ou ovais são as mais indicadas. Elas ocupam menos área visual, não criam quinas e facilitam a movimentação.
Salas médias

Mesas retangulares compactas ou quadradas funcionam bem. O ideal é manter ao menos 90 cm de distância entre a mesa e as paredes ou outros móveis.
Salas amplas

Aqui, as mesas de jantar podem assumir um papel escultural. Modelos longos, bases robustas ou formatos assimétricos ajudam a preencher o espaço com personalidade.
Materiais que definem estilo e uso
Madeira

Clássica e versátil. Mesas de madeira criam ambientes acolhedores e funcionam como base neutra para diferentes estilos de cadeiras.
Modelos em nogueira, carvalho ou madeira brasileira aparecem em marcas como Crate & Barrel e West Elm, com propostas que vão do minimalismo ao design escultural.
Mármore

Sólido, sofisticado e durável. Mesas de mármore se tornaram protagonistas em projetos contemporâneos, especialmente em versões redondas com bases geométricas.
Marcas como Fanstone Home apostam em pedras naturais, garantindo peças únicas, já que o desenho do mármore nunca se repete.
Vidro

Leve visualmente, ideal para ambientes com muitos elementos. Exige manutenção constante, mas amplia a sensação de espaço e luminosidade.
A Article é referência nesse segmento, com modelos de linhas limpas e bases em madeira.
Curadoria editorial: mesas que valem o clique
- Oval em madeira escura: opção segura e elegante, acomoda até seis pessoas e se adapta a diferentes estilos.
- Redonda em metal reciclado: ideal para conversas em grupo e impacto visual imediato.
- Mármore branco com bordas suaves: equilíbrio entre sofisticação e discrição.
- Mesa personalizável em madeira maciça: pensada para durar décadas e se adaptar ao crescimento da casa.
- Tampo assimétrico escultural: perfeita para quem quer fugir do óbvio sem perder funcionalidade.
📝 Nota da redação
Mesas redondas facilitam a interação visual entre todos os convidados, enquanto mesas retangulares otimizam espaços longos. A escolha influencia diretamente o ritmo das conversas.
Escolher mesas de jantar é decidir como a casa recebe, acolhe e conecta pessoas. Formato, material e proporção precisam dialogar com o espaço e com a rotina, não apenas com tendências.
Ao entender essas variáveis, as mesas de jantar deixam de ser um desafio e passam a ser um investimento consciente em convivência e design.
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