Dior x Rimowa: a mala de luxo está de volta

A mala de cabine em alumínio com o monograma Oblique anodizado volta ao catálogo em novembro, nas versões preta e azul degradê.

Dior x Rimowa: a mala de luxo está de volta
Foto: Divulgação

A mala de alumínio que a Dior assinou com a Rimowa volta ao catálogo. O modelo de cabine chega às boutiques e ao site da marca francesa em novembro, em duas versões, preta e azul degradê, e já está em pré-venda em alguns mercados.

A peça não é lançamento, é reedição. Ela estreou na coleção masculina de verão 2022 da Dior, quando o monograma Oblique saiu da lona das bolsas e foi para a casca rígida de uma mala. Teve uma reposição em 2023 e voltou agora, o que diz mais sobre demanda contínua do que sobre novidade.

O efeito visual vem do processo industrial. A anodização aplica o padrão Oblique sobre o alumínio de forma que o desenho sai com aparência desgastada, como se a mala já tivesse viajado. É o oposto da lógica usual de produto de luxo, que costuma vender superfície impecável.

A ficha técnica da mala da Dior com a Rimowa

Dior x Rimowa: a mala de luxo está de volta
Foto: Divulgação

As medidas são 53 por 38 por 23 centímetros, dentro do padrão de compartimento de bagagem de mão, com 35 litros de capacidade e cerca de 4 quilos de peso vazia. A fabricação é alemã. O corpo combina alumínio e PVC, e o forro mistura poliéster, borracha e latão.

Nos detalhes funcionais estão o sistema Multiwheel de quatro rodas, com o logo CD estampado, alça telescópica e alças retráteis no topo e na lateral. Por dentro, divisórias flexíveis e duas fechaduras aprovadas pela TSA, o padrão exigido para despacho nos Estados Unidos. Acompanha capa de proteção, e a mala pode ser puxada em pé ou deitada. Uma placa metálica com “Dior and Rimowa” funciona como assinatura.

No site britânico da Dior, a versão preta está listada por 3,3 mil libras, cerca de 24 mil reais na conversão direta, sem impostos de importação. É a referência disponível, mas o valor pode variar.

Para a Rimowa, parceria com casa de moda é rotina: a marca alemã, que pertence ao grupo LVMH, assina projetos com várias etiquetas e usa isso para sustentar preço premium em uma categoria que, do ponto de vista funcional, já estava resolvida há décadas.

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