Cenógrafa de Beyoncé e Bad Bunny, Es Devlin inaugura mostra em São Paulo

Cenógrafa por trás de shows de Beyoncé e Bad Bunny apresenta instalação que cruza tecnologia, identidade e meio ambiente.

Cenógrafa de Beyoncé e Bad Bunny, Es Devlin inaugura mostra em São Paulo
Divulgação

A Es Devlin traz exposição imersiva sobre arte e comportamento a São Paulo com uma proposta que vai além da estética. A artista britânica, conhecida por criar cenografias para nomes como Beyoncé, Bad Bunny e Kanye West, desembarca na cidade com uma instalação que funciona como experiência — e comentário social.

Em cartaz na Casa Bradesco, a mostra “Sou o outro do outro” combina arquitetura, luz e som para criar um ambiente onde o público não apenas observa, mas participa.

Quem é Es Devlin e por que seu trabalho importa

Es Devlin construiu uma carreira onde cenografia vira linguagem artística.

Seu trabalho já passou pela Tate Modern e por projetos ligados à Organização das Nações Unidas, mas foi na música que ela consolidou escala global.

Devlin não cria apenas cenários. Ela constrói sistemas visuais que respondem ao público em tempo real. O resultado é uma experiência que mistura espetáculo e reflexão — algo cada vez mais presente na cultura contemporânea.


A exposição em São Paulo funciona como um sistema imersivo

Cenógrafa de Beyoncé e Bad Bunny, Es Devlin inaugura mostra em São Paulo
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A Es Devlin traz exposição imersiva sobre arte e comportamento a São Paulo estruturada em seis instalações.

O percurso começa com Infinity Library, um espaço que mistura biblioteca e projeção digital. Aqui, texto vira imagem e narrativa.

No centro está Mirror Maze, um labirinto de espelhos que transforma o visitante em parte da obra. A instalação reflete diretamente a lógica da cultura atual: exposição constante, autoimagem e validação.

Home Again muda o foco. Elementos que lembram formas orgânicas aparecem multiplicados por luz e sombra, criando uma leitura sobre meio ambiente e coexistência.


Nota da redação

A obra de Es Devlin antecipa um movimento crescente: exposições que funcionam como ambientes interativos, onde o público deixa de ser espectador e passa a ser parte do sistema.


O que a mostra diz sobre comportamento agora

A força da Es Devlin traz exposição imersiva sobre arte e comportamento a São Paulo está no subtexto.

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Os espelhos não são apenas recurso visual. Eles apontam para uma cultura centrada no “eu”. Já os elementos naturais sugerem um contraponto — uma necessidade de reconexão com o coletivo e com o planeta.

É essa tensão que sustenta a exposição.

Por que essa exposição importa

A Es Devlin traz exposição imersiva sobre arte e comportamento a São Paulo em um momento em que experiências imersivas dominam o circuito cultural.

Mais do que tendência, isso aponta para uma mudança de linguagem. A arte deixa de ser contemplativa e passa a ser vivida.

Devlin entende isso — e entrega um projeto que funciona tanto como entretenimento quanto como crítica.Conclusão

A Es Devlin traz exposição imersiva sobre arte e comportamento a São Paulo consolida um formato que deve crescer ainda mais: experiências que misturam arte, tecnologia e participação.

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Não é apenas uma exposição. É um ambiente.

Sou o outro do outroaté 27 de julho, na Casa Bradesco, na Alameda Rio Claro, 190, Bela Vista, São Paulo. De terça a domingo, das 12h às 20h. Ingresso: R$50 (R$25, meia).

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