Campanha estrelada por Kate Moss e Emily Ratajkowski explora a obsessão por bolsas e transforma o acessório em protagonista absoluto.

A Gucci apresenta Beauty and the Bag como sua mais recente campanha global, reforçando o papel das bolsas como elementos centrais na construção do desejo na moda contemporânea. Lançada em Milão, a iniciativa coloca o acessório no centro da narrativa visual.
Beauty and the Bag traduz uma ideia clara: quando um objeto se torna parte do cotidiano, ele ultrapassa sua função e passa a ocupar o imaginário. A campanha constrói essa lógica ao transformar as bolsas em protagonistas absolutos.
O conceito da campanha Beauty and the Bag
A campanha Beauty and the Bag é estrelada por Kate Moss e Emily Ratajkowski, duas figuras que atravessam gerações e consolidam a relevância cultural da marca. A proposta vai além de um editorial tradicional. Beauty and the Bag constrói uma narrativa sobre obsessão, repetição e desejo, refletindo o papel das bolsas no universo do luxo.
A escolha do elenco reforça essa ideia. Kate Moss representa uma relação histórica com a moda, enquanto Emily Ratajkowski traz uma leitura contemporânea e conectada ao presente.

Os modelos Borsetto e Giglio em Beauty and the Bag
Dentro da campanha Beauty and the Bag, dois modelos ganham destaque: Borsetto e Giglio. Cada um representa uma faceta distinta do repertório da Gucci.
O Borsetto aparece associado a Kate Moss, explorando diferentes texturas, como canvas com monograma GG, camurça e couro preto. A versatilidade do modelo reforça sua presença como peça-chave.
Já o Giglio, apresentado por Emily Ratajkowski, surge em uma paleta mais sóbria, com variações em tons escuros e versões com assinatura da marca.
Em Beauty and the Bag, os dois modelos funcionam como pontos de ancoragem visual, estruturando a campanha e destacando a força do design.
Beauty and the Bag e o fashion film surreal
A campanha Beauty and the Bag se expande por meio de um fashion film dirigido por Bardia Zeinali. A narrativa abandona a linearidade e entra em um território mais experimental.
No filme, as bolsas se multiplicam e ocupam o espaço ao redor das protagonistas. Esse recurso visual reforça a ideia de repetição e obsessão, elementos centrais da proposta.
A campanha utiliza essa linguagem para transformar o acessório em um elemento dominante. O objeto deixa de ser complemento e passa a ser o foco da experiência.
Beauty and the Bag e o posicionamento da Gucci
A campanha reforça uma estratégia recorrente da Gucci: elevar o produto a um status simbólico. As bolsas são apresentadas como objetos de desejo que vão além da funcionalidade.
Esse posicionamento conecta o produto a um universo cultural mais amplo. E trabalha com conceitos como identidade, repetição e consumo emocional.
Ao investir em uma narrativa visual forte, a Gucci amplia o impacto da campanha. Beauty and the Bag não se limita à apresentação de produto, mas constrói uma experiência que dialoga com o imaginário coletivo.
Beauty and the Bag reforça o poder das bolsas na moda
Beauty and the Bag evidencia como as bolsas continuam sendo elementos centrais no mercado de luxo. Mais do que acessórios, elas funcionam como símbolos de status e expressão pessoal.
A campanha posiciona a Gucci dentro de um cenário onde produto e narrativa caminham juntos. Beauty and the Bag traduz essa integração ao unir estética, conceito e cultura.
Ao transformar a bolsa em protagonista, a Gucci reafirma seu domínio sobre o desejo. A campanha consolida essa visão ao apresentar o acessório como um objeto que ultrapassa sua função e se torna parte do imaginário da moda.
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