O segundo capítulo da parceria entre a marca brasileira e a casa italiana de Glenn Martens traz de volta três silhuetas Quantum em cartela de cores expandida e acrescenta a primeira bolsa da dupla, a Quantum Dome Bag.



A Melissa e Diesel revelam a segunda colaboração entre as duas marcas, um ano depois do primeiro drop que colocou calçados de jelly em registro futurista. A nova cápsula traz de volta três silhuetas de calçado em cartela de cores expandida e acrescenta ao mix a Quantum Dome Bag, primeira bolsa nascida da parceria. As peças já estão disponíveis no site da Melissa, no site da Diesel e em lojas selecionadas das duas marcas ao redor do mundo.
A lineup de calçados inclui o Quantum Thong Flip Flop, a Quantum Platform e o Quantum Sneaker, modelo genderless com silhueta fechada oferecido em numeração estendida do 35 ao 46. As três silhuetas foram redesenhadas ao redor do monograma D da Diesel e chegam em uma paleta de alto impacto que inclui prata metalizado, verde transparente, vermelho transparente, azul transparente, rosa claro, azul claro, preto e navy. A Quantum Dome Bag complementa a coleção com forma curva e estrutural que espelha a linguagem de design dos calçados, em uma extensão natural do universo visual que a Melissa e Diesel vêm construindo juntas.
A estética da segunda colaboração empurra o registro futurista que marcou a primeira leva para um patamar mais elaborado. Glenn Martens, diretor criativo da Diesel, declarou que queria levar a parceria ainda mais longe nessa edição, e o resultado é visível nas texturas translúcidas, nos acabamentos metalizados e na construção que trata cada peça como objeto de design tanto quanto como calçado funcional. A matéria-prima continua sendo o PVC reciclável que é marca registrada da Melissa, o material jelly que a marca brasileira trabalha desde 1979 e que agora aparece moldado em formas que conversam com a linguagem de passarela da Diesel sob Martens.



A Melissa nasceu em 1979 em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, como braço do grupo Grendene, e ao longo das últimas quatro décadas se tornou uma das marcas de calçado brasileiras mais reconhecíveis no exterior, com colaborações históricas que passaram por Jean Paul Gaultier, Vivienne Westwood, Viktor & Rolf e Telfar.
A Diesel, fundada por Renzo Rosso em 1978 na Itália, vive um dos momentos mais fortes desde que Glenn Martens assumiu a direção criativa em 2020, com uma sequência de coleções que reposicionaram a casa italiana no centro da conversa de streetwear premium e Y2K revival, impulsionadas pelo sucesso da bolsa 1DR e pela explosão viral do denim desestruturado que virou assinatura da nova fase da marca. A combinação entre o domínio técnico da Melissa sobre o PVC e a energia visual da Diesel sob Martens é o que dá à parceria uma lógica de repetição que vai além do drop pontual.
Paulo Pedó, o diretor da Melissa, posicionou a segunda colaboração como parte de uma estratégia de negócios que reforça a presença global da marca brasileira. Para o leitor que acompanha o circuito de collabs de calçado, a Melissa e Diesel entregam com esse segundo capítulo uma cápsula que amplia a oferta original com a bolsa Dome, aprofunda a cartela de cores e mantém a acessibilidade de preço que diferencia a operação de outras parcerias entre marcas de moda e calçado no mercado de luxo acessível. O drop está no ar, e o verão do hemisfério norte acaba de ganhar mais uma opção de jelly para quem quer transparência no pé e no guarda-roupa.
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